Informações

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Esclarecer dúvidas, prestar informações e trocar experiências é o nosso objetivo.

Hoje o tema será término do contrato de locação:

Temos recebido muitas consultas de locatários sobre o direito que têm de continuar no imóvel, findo o prazo contratual.

O art. 46 da Lei do Inquilinato em vigor estabelece que, findo o período contratual de 30 meses, a locação terminou, independentemente de qualquer aviso ou notificação e o locador pode pedir o imóvel para desocupação imediata.

Caso, nos 30 dias seguintes, o locador não denunciar o contrato – isto é, manifestar seu desinteresse em manter a locação, ou convocar o locatário para firmar contrato novo de 30 meses – considera-se o contrato prorrogado por tempo indeterminado.

Com o contrato prorrogado por tempo indeterminado, se o locador pretender a desocupação do imóvel, deve notificar o locatário dando-lhe 30 dias para sair.

Há a hipótese de ambos, locador e locatário, terem interesse em manter a locação. Neste caso, as partes podem entrar em acordo e fazerem um aditivo ao contrato antigo, reajustando o aluguel e estendendo a locação por tempo determinado ou indeterminado.

No caso de o locatário aceitar pagar o novo aluguel fixado pelo locador a preço de mercado, deve fazer contrato novo de 30 meses para sua melhor garantia.

O aditivo com previsão de nova revisão, anual, se faz quando o locador não obtém do locatário o valor de mercado, daí a possibilidade de nova revisão do aluguel um ano depois.

 

 

DOCUMENTAÇÃO

Ultimamente, chegam a nossas mãos muitos imóveis com a documentação irregular e os proprietários ficam impossibilitados de comercializá-los em boas condições.

Aconselhamos que tenham sempre em dia a documentação de seu bem imóvel.

As alterações no estado civil (separação, divórcio, falecimento, casamento) devem ser averbadas nas matrículas do imóvel. Todas as transações, cessões, promessas de venda, venda, formal, doação, usufruto, devem ser levadas a registro.

O imóvel estará sempre pronto para ser negociado nas melhores condições do mercado.

 

Está pensando em comprar um imóvel?

Vamos conversar para ajudar na sua compra.
Qual a sua disponibilidade financeira?
Já tem todo o dinheiro? Vai fazer empréstimo? Conhece já as condições?
E o bairro? Você procura um lugar tranqüilo para morar? Ou prefere movimento, comércio, restaurantes, escolas, serviços?
Qual bairro você acha  que atende a suas necessidades? Atenção para localização em relação ao trabalho, escolas, academias que fazem parte da sua vida e da sua família. Há bairros muito valorizados e outros onde os preços são mais razoáveis.
Que tipo de imóvel sua situação financeira lhe permite adquirir: luxo, standart, simples, moderno, antigo?
Qual o tamanho de que precisa para atender você e sua família?
Não compre nada com menos de 35m². Um dois quartos razoável deve ter pelo menos 70 m². Se for um 3 quartos, se tiver menos de 100m² os quartos serão pequenos e desconfortáveis.
Varanda e garage valorizam o imóvel. Ao contrário, a falta de garage representa  até 100 mil reais a menos nos preços.
Infra estrutura, piscina, salão de festas, academia, serviços, valorizam o imóvel mas encarecem as cotas condominiais.
Atualmente um comprador potencial visita mais de 20 apartamentos antes de se decidir por um.
Os apartamentos antigos costumam ser mais espaçosos. E muitas plantas admitem reformas que modernizam e valorizam o bem. Se os preços forem mais em conta, vale a pena comprar e assumir a reforma.
Não compre imóvel em edifício sem elevador. Não empregue seu dinheiro num bem mal localizado, próximo a comunidades violentas; fronteiro a transito intenso; com muitas unidades por andar; com problemas de administração e vizinhança.
Procure bastante e se informe o máximo.
Por fim, cuidado com a documentação. Há muito que analisar e você precisa de orientação para fazer um bom negócio.
Oreiro Riquet pode colaborar com você e lhe deseja um bom negócio.


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